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Blog de Martabellini
 


Do Castelo (Blog Lingua de Trapo)

 

Diário de um Classe Média 1

 

Sexta-feira, 9 de janeiro

Reunião em família. Irene chorou muito.

Os meninos ficaram assuando o nariz. Mas, nessas horas, é preciso saber abrir mão do supérfluo. O importante é que todo mundo fique vivo, com saúde.
Tem o sofrimento de entregar a cachorra para o Canil da Polícia Militar, eu sei.
Isso ainda depois de termos soltado os passarinhos e colocado a tartaruga no lago do Ibirapuera, semana retrasada é mais duro ainda.
Mas passa. Além do mais, 25 paus num saco de ração pra bicho não há cristão que
agüente.
Sábado, 10 de janeiro.

Almoço na casa da sogra. Conversa boa, cervejinha, até que se tocou no assunto "dinheiro". A mãe da Irene não se conforma da gente ter vendido nossa única vaga no prédio pra pagar sete meses de condomínio atrasado. Mas pra que vaga se roubaram o carro - sem seguro - e até hoje necas de pitibiribas dele?

 



Escrito por martabellini às 12h13
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Diário de um Classe Média 2

 


Domingo, 11 de janeiro.

Fizemos umas contas e decidimos cortar a água mineral em galão que o Galizia entregava aqui, de bicicleta, toda semana. Vamos beber da torneira mesmo, que é tudo H2O. A Irene amanhã vai mandar a diarista embora. Nós dois vamos lavar, passar e cozinhar. Abolimos também o cafezinho que está pela hora da morte. (A saúde agradece, café é veneno!).

 

 

Segunda-feira, 12 de janeiro

Conta de luz chegou. Vamos precisar passar um dia sim, e outro não, sem usar nada elétrico. Vai ser um exercício de criatividade. A Irene parece que vai mandar arrancar os chuveiros. Daria uma economia de 25, 30% na luz. É torcer pra sinusite do Thiago não piorar com esses banhos frios aí. Se o menino cair doente, como é que faz sem plano de saúde? Arriscar, né? Nome sujo de novo, não dá. Por falar em saúde, no começo da noite a Karina se queixou de dor-de-dente. A Irene queria levar num pronto-socorro odontológico. Fizemos um chá de capim-limão e mandamos ela tomar.
Aquietou-se.



Escrito por martabellini às 12h12
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Diário de um Classe Média 3

 


Terça-feira, 13 de janeiro

Manhãzinha, a Karina começou a se queixar de dor no diabo do dente.
Percebemos que era do aparelho.
Chamamos um vizinho que é marceneiro e, com jeitinho (e uma chavezinha-de-fenda), ele conseguiu puxar direitinho o aparelho da boca da menina. R$ 70 de manutenção mensal a menos.

Quarta-feira, 14 de janeiro

Pessoal da tevê a cabo esteve aqui pra retirar o equipamento. Disseram que tinha uma taxa pra desplugar. A Irene cresceu em cima dos técnicos.
A sorte é que, bem na hora do esporro, entrou o rapaz do Correio com o extrato do cartão de crédito.
Abri e comecei a berrar. Eram as prestações da viagem pro hotel-fazenda. Junto, uma carta dizia que o cartão tinha me botado no pau por falta de pagamento. Os camaradas do cabo ficaram com pena da gente: liberaram a taxa.



Escrito por martabellini às 12h10
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Diário de um Classe Média 4

Quinta-feira, 15 de janeiro

Supermercado.
Eu no carrinho, a Irene na calculadora.
O dinheiro só deu pra comprar arroz, feijão e acem moído. É o terceiro mês que não se compra produto de limpeza pra casa.
O negócio é ir reciclando palha de aço enquanto o país não
melhora.

Sexta-feira, 16 de janeiro

Reunião em família. Irene chorou muito. Os meninos ficaram assuando o nariz.
Chegou o parcelamento do banco e tivemos que abrir mão da gata, a Bruna.
Vai pra uma chácara em Itapecerica. Fazer o quê?
Mas tá prometida uma coisa. Quando a economia ficar boa, a gente compra um sítio e faz uma criação de gatos, cachorros, passarinhos e tartarugas. É só ter mais um pouquinho de paciência. É pedir demais?



Escrito por martabellini às 12h09
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Do BLOG do Messias

 

 

Pensem no Willie Davids

 

O mesmo engenheiro do DER que me fez recordar dos meus tempos de vendedor de jornal, lembrou que desde que foi reformado há mais de 30 anos pelo prefeito Silvio Barros I, o Estádio Willie Davids não passa por um processo sério de revisão das suas estruturas. É previsível, segundo ele, a existência de fissuras, principalmente na base da arquibancada coberta, consequência natural da ação do tempo e de possíveis infiltrações de água dos banheiros, como no caso da rodoviária velha, água misturada com mijo. "Já passou da hora de uma avaliação técnica apurada no WD", disse-me o engenheiro, que omito o nome por ter me esquecido de perguntar se ele autorizava publicar suas observações. Mas, do alto de uma experiência de quatro décadas, ele sabe do que está falando.
Tomara que o super-secretário Guatassara Boeira já tenha pensado nessa possibilidade. Se pensou, espero que não tenha passado por sua cabeça a idéia de demolir o estádio. Se isto vier a acontecer, aí, olha eu de novo sem uma referência para recordar o passado. E neste caso específico, quero sempre lembrar do Grêmio Esportivo, aquele Grêmio do Zé Garoto, do Macário, do Haroldo Jarra, do Roderley (um dos maiores craques que já vi jogar), do Zuring (outra fera), Iaúca, Ademir Rodrigues, Edgard, Itamar e outros tantos.

 

Meu comentário:

 

Demolir o estádio? Aí o super-secretário iria conhecer a fúria dos maringaenses. Ele ficará quieto com o estádio para não gastar dinheiro. Já confiscar redes de pobres trabalhadores nordestinos e convencer vendedores de R$1,99 é trabalho fácil. Mostra que ele sabe como e quando fazer as coisas. Minha pergunta: Por que desmanchar um prédio histórico? Há empresários que estão de olho no local?

 



Escrito por martabellini às 11h48
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Nós temos vergonha de nossa história....

 

La Defense, Paris

 

 

E temos vergonha de ser caipiras em Maringá. O desmanche do prédio da velha rodoviária pela administração elitosa de Maringá parece-me que está ligado às forças vivas (sic, espertas da cidade) e à rejeição pela história de trabalho com foice, machado de peões e pioneiros. Maringá AGORA só pode ter prédios novos como o Shopping Avenida Center com aquele seu portal copiado do edifício La Defense em Paris (cuja inspiração tem a ver com o prédio brasileiro do MASP). Maringá é a cidade dos prédios chiques, tão chiques que ter uma rodoviária antiga é sinônimo de caipira... mas a nossa elite detesta caipira.

 

Sou contrária ao desmanche da velha rodoviária. Sou favorável que Maringá mantenha um pouquinho de sua história. Abaixo o pedantismo da elite local!



Escrito por martabellini às 19h19
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Cultura ou polícia?

 

 

Enquanto escrevo este texto a polícia deve estar desocupando o prédio da antiga rodoviária de Maringá. É um prédio simples que foi rodoviária algumas décadas nesta cidade apenas cinquentona. Lá vivem comerciantes de R$1,99. Um laudo indicou que o prédio corre risco de desabar. Para variar apareceu o Secretário Guatassara dizendo que ia retirar as pessoas (o mesmo secretário que confiscou as redes dos meninos cearenses). O prefeito pelo que consta (li a notícia no BLOG do Rigon) chamou os comerciantes para conversar, mas não chamou o síndico do prédio. Tudo é feito com pressa, com intimidação.

 

EU ESPERO que alguns empresários do setor imobiliário não estejam atrás dos panos para derrubar a rodoviária e construir um mega prédio como é o hábito local. Lembrem-se que quando o fogo dizimou o Parque do Ingá houve um movimento para construir prédios no lugar do parque.



Escrito por martabellini às 11h40
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Glauco desenhando o Kassab



Escrito por martabellini às 10h00
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Este Blog fez aniversário!

 

 

 

Distraída que estou nem vi que este BLOg fez seu Primeiro Aniversário: 4 de fevereiro! 365 dias blogando, algumas falhas nestes dias. Noites e manhãs. Uma dúzia de idéias, às vezes nem sempre bem explicadas (como disse o blogueiro de 1001 maneiras de me poupar), muitos desabafos, sobretudo quando ouço os políticos de TODOS os partidos, quando vejo a devastação das árvores desta cidade pelos comerciantes. Algumas piadas... Boas horas buscando as imagens... 17.650 vistas, alguns comentários.

 

Minha família atura-me, esperando. Às vezes, minha filha Julia me ajuda. Os leitores são o meu oxigênio. Tomo uma decisão: continuo escrevendo no BLOG!



Escrito por martabellini às 13h59
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BLOG do Xavi

 

No Blog Nominimo (link aqui ao lado) soube pela Carla Rodrigues do Blog de Xavier, esquizofrênico que escreve sob a recomendação do terapeuta.

http://blogs.elpais.com/xavi/mi_garrote/

 

 

Entre a lucidez e a loucura,

 

No ângulo noroeste do meu quarto, na diagonal da minha cama, há uma câmera de vigilância da marca Panasonic. É negra e persistente como o arrependimento, sigilosa e intrometida como uma sogra que suspeita de algo, tosca como uma elefanta. (Hoje, queridos amigos, estou para metáforas). Esta câmera de vídeo está plantada com três pés no marco da porta e serve, em tese, para que as enfermeiras, ou os plantonistas, saibam sempre, a cada minuto, o que estou fazendo quando não podem me ver com os próprios olhos.

O autor desse pequeno trecho é Xavi L., catalão, 32 anos, há 13 está internado num hospital psiquiátrico. Seu médico sugeriu que ele criasse um blog como parte da terapia. O resultado está publicado em Eu e meu garrote e hospedado no site do diário espanhol El país.

Por aqui, temos a arte do Bispo do Rosário a provar a genialidade dos que são considerados malucos. De minha parte, como acho que o limite entre a lucidez e a loucura é tênue demais, adorei o blog espanhol



Escrito por martabellini às 12h44
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Como deve se comportar um homem público?

 

Gilberto Kassab, enfim, foi notícia nacional. Quem mora em São Paulo já o conhece. A ele e suas explosões. AGORA, em rede nacional o prefeito fica conhecido como o valentão, o gritão. Para mim, um homem público perde este direito à valentia. Não foi votado para chutar paciente (a mídia chamou de protesto na inauguração). Foi uma cena ridícula, imoral.

 

 

Por falar em mídia, às vezes, o/a jornalista faz a pergunta que, na verdade, é uma resposta. Em Maringá, pela TV Globo ouvi a seguinte pergunta de uma jornalista local: “Senhor Secretário, o corte de verbas da prefeitura para o sistema de saúde dos funcionários, é porque este dinheiro é da população, não é?”. O senhor Secretário só podia dizer que SIM. E pôs lá a população contra os funcionários. Enquanto isso, centenas de funcionários, inclusive, mulheres grávidas, ficaram sem atendimento. De acordo com o Secretário EXISTE o SUS. Ele deve ir também ao SUS, ou a CC dele permite escapar às filas?  



Escrito por martabellini às 10h41
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Sliva, 1949



Escrito por martabellini às 18h21
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Chinaglia é o tal, Luizinho na geral!

 

 

 

Chinaglia foi defendido ardorosamente pelo Ricardo Barros, do PP de Maluf e Severino. Também o EX-deputado “Professor” Luizinho foi para Brasília abraçar o Chinaglia. O EX-deputado do PT, chamado de cabo Anselmo pelos ex-colegas por sua ardorosa defesa da Reforma da Previdência, estava na geral e apareceu FELIZ e sorridente passando seu calor ao deputado Chinaglia. Certamente o EX-deputado não voltará a dar aulas de matemática aos alunos da rede pública de São Paulo. Deverá assessorar alguém para passar o PAC acelerado em cima dos fundos dos trabalhadores. Assim como acelerou sobre os fundos dos funcionários públicos.



Escrito por martabellini às 18h17
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AVALIAÇÃO NAS UNIVERSIDADES

 

Os textos abaixo são bons textos. É muito difícil fazer esta discussão na universidade.

 

 

Este ano na Universidade Estadual de Maringá respondemos a um longo questionário para nossa avaliação. Nos comentários livres apontei aos avaliadores problemas no questionário. Lembrei também que existem professores que faltam às aulas, “inventam” desculpas etc. Como a Universidade deve lidar com este tipo de professor? E como a Universidade deve lidar com professores com Tempo Integral e Dedicação Exclusiva que trabalham fora, burlando o regime de trabalho?



Escrito por martabellini às 17h52
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AVALIAÇÃO NAS UNIVERSIDADES

 

 

Trago os textos de Mário Araújo Filho e de Roberto Romano

(do Blog de Roberto Romano)

 

A importância das avaliações 1

 

por Mário Araújo Filho (*)



Toda avaliação, regra geral, encontra alguma resistência por parte do avaliado. Quantos alunos "gostam" de fazer provas? E, no entanto, as provas e avaliações são necessárias. E não apenas para "dar notas" aos estudantes; mas, sobretudo, para que o professor e o aluno tenham um "retorno" da evolução do processo ensino-aprendizagem. Os testes aplicados são "termômetros" desse processo

.
A partir dos resultados, ganham os dois, o avaliador e o avaliado. O primeiro - o professor - tem indicadores da eficiência e eficácia do seu trabalho, que se revela na elevação no nível de conhecimento dos alunos. Estes têm uma medida da sua compreensão e assimilação do tema, objeto do teste a que foram submetidos.

Os resultados das avaliações podem indicar, para o professor, a necessidade de melhorar (no popular) sua "didática", adotar novos procedimentos metodológicos, reforçar esse ou aquele aspecto do conteúdo abordado. Para o estudante, as notas ou conceitos obtidos podem levar à reformulação de métodos de estudo, a uma melhor utilização do tempo disponível, etc. Tudo isso, a partir das medidas indicadas pelo "termômetro" das avaliações.

E aqui chegamos a um ponto de suma importância: para que seus resultados sejam confiáveis, o "termômetro" da avaliação tem que estar "calibrado". Não é qualquer prova, alinhavada muitas vezes às pressas, que é capaz de proporcionar os benéficos efeitos acima referidos. Sem os cuidados necessários à sua elaboração, as conseqüências desse tipo de avaliação podem ser desastrosas. Para o aluno e para o professor. Principalmente para o primeiro, por razões óbvias.



Escrito por martabellini às 17h49
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A importância das avaliações 2



Por exemplo: para que serve um teste em que "todo mundo tira dez", ou próximo da nota máxima? Quem se estará enganando: o aluno, o professor, ou ambos? No outro extremo, qual a serventia de uma avaliação na qual "todo mundo tira zero", ou quase isso? Há, em qualquer turma, alunos excelentes, outros de desempenho mediano e aqueles mais fracos. Os testes teriam que ser capazes de revelar essa distinção.

Em resumo: as avaliações são necessárias pelo retorno que propiciam e o instrumento de avaliação tem que ter confiabilidade. Se há desconfiança com relação aos critérios e à qualidade dos testes aplicados e se não fornecem resultados capazes de reorientar para a melhoria, fica difícil esperar receptividade às avaliações. Voltaremos ao tema.

(*) Professor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)



Comentário:


Integrei durante anos a Comissão de Avaliação e Desenvolvimento Institucional (CADI) da Unicamp. Naquele setor, aprendi bastante com os pares e com os avaliados, sobre os problemas da avaliação acadêmica. Escrevi vários artigos sobre o tema, agora espalhados por não sei qual revista universitária. Com base na metodologia de pesquisa em ciências sociais, defendi sempre que se deve desconfiar de procedimentos pouco rigorosos que, não raro, fornecem informações não procuradas. Ou seja, medem o que não querem medir e não medem o que prometem. A avaliação dos professores foi usada, no Brasil e no mundo, como arma para dobrar espinhas acadêmicas e, raramente, para melhorar procedimentos, ensino e pesquisa. Passada a hora, toneladas de páginas impressas sobre o tema sumiram nas gavetas burocráticas.

 
Artigos claros e rigorosos como o do Professor Mário Araújo Filho, reproduzido acima, levantam novamente a questão, em ângulo diferente. Da avaliação feita nos trabalhos dos estudantes, pode-se passar à feita com os trabalhos dos professores. Importa, sobretudo o seguinte: para que os "resultados sejam confiáveis, o´termômetro' da avaliação tem que estar ' calibrado' ". É o problema do pensamento. Muitos avaliadores aplicam às cegas métodos e procedimentos, como se fossem filiados a alguma Santa Inquisição da pesquisa. E medidas são tomadas contra alunos, professores e funcionários, com base nas suas "pesquisas". Verbas são subtraídas, investigações são vetadas, etc. É tempo de recordar que pensamento vem de "pesar", o que exige tempo e técnica apurada, balanças bem calibradas como diz o autor.



Parabéns pela análise, Mário Araújo Filho. Aguardaremos a continuidade.


Roberto Romano



Escrito por martabellini às 17h48
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Saiu no Blog do Rigon (link ao lado)

 

Ricardo Barros quer o cunhado na Itaipu

De Ruth Bolognese:

Nada é de graça
O apoio implícito e explícito do deputado Ricardo Barros (PP) a Arlindo Chinaglia não foi pelos belos olhos do petista. Ricardo leva no bolso do colete, pronto para ser sacado, o nome de seu cunhado, o ambientalista José Roberto Borghetti, o Borghetinho, especialista no aqüífero Guarani.


É sonho antigo da família ver Borguetinho na Itaipu Binacional.

 

Eu ouvi o Ricardo Barros (deputado do PP de Maluf, de Maringá) na CBN local defendendo o Arlindo Chinaglia e o PT. É estranho o irmão do prefeito de Maringá defender o PT. MAS está explicado: a coalizão PP e PT; coalização familiar. AINDA MAIS: o cunhado é especializado em aqüífero Guarani.... Eu, hein!



Escrito por martabellini às 17h37
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