
Slva, 1949
Escrito por martabellini às 12h22
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João Ivo
A notícia de que nosso ex-prefeito de Maringá vai para a Diretoria do Desenvolvimento Regional é boa. Espero que ele constitua uma equipe de técnicos com competência na área. Tratará de problemas muito singulares (e complexos) como problemas de inclusão social, emprego, ecologia, plano diretor...todos problemas que são chutados com a barriga pelos secretários das cidades ou por incompetência, burrice mesmo ou por negligência política (intencional).

Esta charge é interessante. Mostra a evolução do perfil dos políticos, muitos sindicalistas, deputados, senadores...
Escrito por martabellini às 11h34
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Sexta-feira que não é treze, mas com ritmo de Fred Krugger

Ver Blog de Alvaro caputo e antes passe pelo Blog de Roberto Romano
Passei pelos Blogs de Maringá e outros. Em Maringá a tônica é a administração do PP. Lenta nas coisas públicas e rápida em outras. Os buracos da cidade já nem são notícia. As trocas de pessoas da administração já viraram senso comum. Perseguição a funcionários, uso de carros públicos para vícios privados são notícias que se repetem nesta gestão pepista. FAZER o quê? Continuar as denúncias, no mínimo.
Na vida federal todos se movimentam para a tunga do FUNDO DE GARANTIA. Acordei hoje de manhã com a entrevista do Michel Temer na CBN. Vai apoiar o PAC com restrição. Falou da tunga do Fundo, mas não disse nada. TODOS se preparam para comer o dinheiro do fundo de garantia assim como todos comeram um naco da nossa previdência.
Há algo em comum entre a gestão do PP em Maringá e a gestão lulista: ambas trabalham para os amigos empresários. É como disse o Lula: “o capital e o trabalho se unem”. Para alegria do Capital!
Escrito por martabellini às 11h27
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Veja este Blog do Erico San Juan
http://ericosanjuan.zip.net
Escrito por martabellini às 11h48
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“Eçe pessoal atravanca o progressio” ou Lá vem o batededouro de ambientalistas

Bitterness of life
Estou falando do Programa de Desenvolvimento do governo que a Dilma Rousseff apresentou segunda-feira. Senti um clima de abatedouro. Primeiro abatedouro: os trabalhadores e seu Fundo de Garantia. Segundo: ceifarão os ambientalistas. Todos estão com vontade de dar energia limpa à patuléia, ou seja, energia vinda das usinas hidrelétricas. LIMPA? Limpa aqui é sinônimo de não apresentar resíduos. Mas existem os resíduos humanos e suas culturas. Ainda: há os resíduos da destruição ecológica de animais e plantas. A construção das usinas hidrelétricas no Brasil tem esta história. Quem conhece a destruição provocada pela construção da Hidrelétrica de Balbina? Itaipu é considerada a usina mais moderna. Mas, alguém conhece os atingidos pelas barragens? Alguém sabe das espécies de peixes que se tornaram raras no Rio Paraná? Alguém nos contou que as ostras que se agarraram nas turbinas de Itaipu estão sendo “retiradas” com algum sulfato de cobre? Pois é: a dona Dilma quando quer facilitar o desenvolvimento do país quer, na verdade, retirar de cena os Estudos Ecológicos (EIA-RIMA) da frente de sua mesa. Os empresários e muitos militares acreditam que assim os ambientalistas param com sua “burocracia”. Estudos ecológicos são sinônimo de lenta burocracia.
PS. Digo militares porque houve um evento com os intelectuais militares no segundo semestre do ano passado (2006) no Rio de Janeiro com a presença do Aldo Rebelo e lá foi discutida a importância das Usinas Hidrelétricas. Os ambientalistas foram criticados.
Escrito por martabellini às 11h19
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Doar? Que livros você nunca doaria?

bitterness of life
Separando os livros para doação, não quero dar com uma mão e tirar com a outra. Ou seja, doar livros ruins, para quê? Separei a doações por áreas. Valter, meu amigo arquiteto, que estuda no Canadá, está aqui em casa e separou os livros de arquitetura. Vão para a sessão de Arquitetura. Para o mestrado em história separei os livros de Trotsky, Jacques Le Goff, Florestan, Maria Alice Foracchi... Os sobre Stalin ou de Stalin ficarão com quem? Penso em enviá-los aos partidos estalinistas. Não tenho coragem de enviá-los a uma biblioteca. É um marxismo tão fácil de deglutir que tenho medo de doá-los. Para o setor de educação, a coisa é dura. O que fazer com livros óbvios? Ano passado comprei um livro sobre educação na década de 30 no Brasil, mas é um livro ruim, livro marxista ruim. Bem ruim. O que faço com ele? Vai para o reciclável? Que pena.
Para a ecologia separei alguns livros bacanas. Vai para lá um livro bótimo: Paisagem e Memória, de Simon Schama, Cia das Letras. Poderia doá-lo para o setor da História, mas os alunos de ecologia precisam mais dele, creio.
O setor que mais ganha é o da Filosofia da ciência. Para lá vai o lindo livro do René Thom, Teoria das catástrofes. Vão outros sobre o darwinismo.
Há livros que ficam. Ficam em uma caixa que apelidei a caixa de Pandora. Tenho medo de doá-los.
Escrito por martabellini às 12h20
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Arrumando a biblioteca (ainda)

Encontro vários livros. Um deles é de Florestan Fernandes, Que tipo de República? de 1986. Se Florestan estivesse vivo, morreria de novo. Os títulos dos textos: Perplexidade e imobilismo, Quem paga o pacto? O cachimbo e a boca... Nem parece que escreveu para a década de 80. Há um texto interessante, O escritor e o Estado. Não que eu concorde com os textos (até discordo de alguns), mas é bom saber que não há tanta novidade política de 1986 a 2006.
PS. Faço doações para a biblioteca da universidade. Começo a me separar de alguns livros.
Escrito por martabellini às 11h57
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Voyeurismo escolar

Bitterness of life
EM Maringá há escolas com câmeras nas salas de aula. Soube ontem que mais escolas imitarão o feito. Há, inclusive, um centro de estudo superior (que muitos chamam de universidade) que pretende instalar as câmeras nas salas de aula. O olho de Deus será substituído pelo olho do dono da escola e dos pais. Disseram-me que existe uma escola de crianças que os pais têm senha. À noite, quando chegam em casa, olham o que os filhos fizeram em suas escolas durante o dia. Uau! Maringá está no primeiro mundo! Tecnologia para aprisionar os filhos e seus professores.
Quando eu ia à escola de minha filha, queria ver a biblioteca, os livros... os pais querem câmeras. É o Big Brother brasileiro. É o voyeurismo de classe média. Para mim é um sintoma da vontade de espionar a vida dos outros. Fofoqueiros? Voyeurs? Com certeza. Freud explica.
Escrito por martabellini às 11h35
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Do Blog do Professor Roberto Romano
Por que Deus nunca chegará a ser professor titular de nossas melhores universidades ou pesquisador do CNPq?
Porque : 1.Só tem uma publicação; 2. Essa publicação não foi escrita em inglês ou alemão e sim em hebraico (mesmo que tenha sido traduzida para vários idiomas); 3. A referida publicação não contém referências bibliográficas; 4. Não tem publicações em revistas indexadas, ou com comissão editorial, ou ainda com pareceristas; 5. Não tem nenhum trabalho citado no International Citation Index; 6. Há quem duvide que sua publicação tenha sido escrita por ele mesmo. Em um exame rápido, se nota a mão de, pelo menos, 11 colaboradores; 7. Talvez tenha criado o mundo. Mas o que tem feito, ou publicado, desde então? 8. Dedicou pouco tempo ao trabalho (apenas 6 dias seguidos); 9. Poucos colaboradores Seus são conhecidos; 10. A comunidade científica tem muita dificuldade em reproduzir Seus resultados; 11. Seu principal colaborador caiu em desgraça ao desejar iniciar uma linha de pesquisa própria; 12. Nunca pediu autorização aos Comitês de Ética para trabalhar com seres humanos; 13. Quando os Seus resultados não foram satisfatórios, afogou a população; 14. Se alguém não se comporta como havia predito, elimina-o da amostra; 15. Dá poucas aulas e o aluno para ser aprovado tem que ler apenas o Seu livro, caracterizando endogenia de idéias; 16. Segundo parece, Seu filho é que ministra Suas aulas; 17. Atua com nepotismo, fazendo com que tratem Seu Filho como se fora Ele mesmo; 18. Ainda que Seu programa básico de curso tenha apenas dez pontos básicos, a maior parte dos Seus alunos é reprovada; 19. Além das Suas horas de orientação serem pouco freqüentes, apenas atende Seus alunos no cume de uma montanha; 20. Expulsou os Seus dois primeiros orientados por aprenderem muito; 21. Não teve aulas e nem fez mestrado com PHDeuses; 22. Não defendeu teses de Doutorado, Livre Docência; 23. Não se submeteu a uma banca de doutores titulares; 24. Não fez proficiência em inglês, alemão ou francês; 25. De mais a mais não existe comprovação de participação Sua em bancas examinadoras e de publicação de artigos no exterior...
Comentário: no caso das Universidades paulistas, o elementos acima valem. Já em muitas federais, CNPq e outros, bem, batismo e crisma nas várias capelas acadêmicas dispensam os trabalhos, as citações, etc. É o caso em que as Igrejas valem mais do que Deus. Lembram-se da Lenda do Grande Inquisidor? Roberto Romano
Escrito por martabellini às 11h25
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