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Blog de Martabellini
 


Marcelo Tas pergunta:

Por que Chuchu não sobe a Serra?

 



Escrito por martabellini às 20h20
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Joseph Kimbler

Amei este vídeo!

Vale a pena conferir. Escracho das baboseiras de cursos de motivação.

http://www.youtube.com/watch?v=3Kt9sRy9mws



Escrito por martabellini às 19h59
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Chapa 2: Renovar a Esperança

Para mim a esperança é a última que morre.

Na foto: no centro o Professor Olivo e Joãozinho (candidatos)

Eu atrás...



Escrito por martabellini às 19h24
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Desabafo

Vou entrar no segundo mês de licença prêmio depois de 20 anos trabalhando como uma vespa. Explico: durante 20 anos fiquei dando aulas no máximo da carga horária, orientando alunos de graduação, especialização, mestrado e doutorado. Deixei minha família do lado muitas vezes. Acompanhei meu pai de 2003 a 2004, até sua morte viajando 600 km a cada 15 dias de Maringá, Paraná até o interior de São Paulo. Quando morreu, eu não estava com ele. Minha filha cresceu no meio das carteiras das salas de aulas. À noite, algumas vezes, eu não tinha com quem deixa-la. Ontem, ainda, ela lembrou que assistiu o filme Giordano Bruno com 6 anos de idade debaixo de uma carteira. Alguns projetos na Universidade nasceram com meu grupo em 1986. Agora, depois de 20 anos, estou em licença e já vou para o segundo mês e ainda não parei de trabalhar. Muitos orientados têm que finalizar seus trabalhos e não podem esperar. É uma agitação terrível, interna e externa. Interna: estou à beira de um ataque de nervos. Ou eu sou arrogante e pensei que podia fazer muita coisa e salvar o mundo ou sou uma besta mesmo. Ou as duas coisas. Por que estou contando isso? Por que, às vezes, alguém acha que eu tenho, porque tenho que atende-lo. Eu fico uma pilha.

O Blog é uma coisa que alivia. Conheço pessoas incríveis; gosto de escrever, buscar imagens. No mais estou em uma fase de muito desânimo. O ícone alegre é verdadeiro. Gosto das pessoas que comentam no Blog, gosto dos companheiros blogueiros. Nestes dias chegou um curioso me perguntando do regime de meu trabalho na Universidade. Pode? Que contra-senso!  A Universidade vive seu momento de eleição para reitor. ALÔ! Eu vou votar na Chapa 2. Por quê? Sou CONTRA as Funções Gratificadas do jeito que estão. Foram aumentadas nesta última gestão. Quando na gestão do então Diretor do meu Centro de Ciências Humanas, o professor Sidnei Munhoz, apoiei a diminuição das FG. A economia de 20% nas FG levou a universidade a construir dois blocos de professores e alunos. Nesta gestão, o Conselho de Administração elevou novamente as FGs. Dá desânimo, pois este dinheiro é da UEM e não recurso salarial. Voto na Chapa que não prioriza a elevação de FGs. Tá dito e, por favor, não me venham com firulas. Se eu fosse reitora, as FGs seriam do tamanho da cabeça de um alfinete. Bem pequenas, as tais funções não seriam a coqueluche da universidade (ainda que muitos lutassem para aumentá-las). MAS, pelo visto eu sou uma derrotada: chego às vésperas de minha aposentadoria com certo desgosto pela educação.

 



Escrito por martabellini às 19h13
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Quinta com Contardo Calligaris


"Vôo United 93", quatro estrelas

De um lado, homens sem princípios fixos, do outro, princípios fixos sem homens

DURANTE DEZ anos, a cada mês, viajei entre São Paulo e a costa leste dos EUA. Naquele tempo, existia um vôo diurno, via Miami, que eu preferia.
Mais de cem vezes, entrei num avião de manhã cedo, em Nova York ou em Boston, no aperto da classe econômica ou (quando as milhas acumuladas permitiam um "upgrade") na executiva.
Graças ao cartão de fidelidade, entrava na cabine entre os primeiros, sentava e observava o desfile de meus companheiros de viagem: homens e mulheres de negócios, casais e famílias que saíam de férias para a Flórida, idosos que moravam na Flórida e voltavam para lá depois de visitar filhos e netos, e por aí vai.
Pálidos de sono, naquela hora cinzenta, parecíamos uma turma de fantasmas da madrugada, reunidos apenas pelo acaso. Mas tínhamos algo em comum: uma mesma disposição a viajar por mil razões, no fundo (salvo exceções), todas fúteis.
No fim do livro primeiro de "O Capital", Marx descreveu a "acumulação primitiva", espécie de pecado original do capitalismo. O processo se deu entre os séculos 14 e 15, com a extinção do servo feudal e a criação de um exército de homens e mulheres errantes que, para sobreviver, só podiam vender sua força de trabalho pelo mundo afora.
Transformamos aquela violência inicial numa virtude: acabamos gostando de nossa errância. Viajamos facilmente, a lazer, a negócios ou por amor: a dor do desterrado foi compensada pelo anseio de liberdade e por uma fome voraz de novas experiências.
Lembrei-me de minhas turmas matinais de viajantes assistindo a "Vôo United 93", o filme de Paul Greengrass que reconstrói a última viagem do UA 93, na manhã de 11 de setembro de 2001.
O vôo foi o único que não atingiu seu alvo (o Capitólio ou a Casa Branca, em Washington), mas caiu nas planícies da Pensilvânia. Pelos telefonemas que os passageiros conseguiram dar na última meia hora de vôo, sabe-se o seguinte: eles aprenderam que os outros aviões seqüestrados tinham sido lançados contra as torres do World Trade Center e contra o Pentágono e tentaram se reapropriar do avião. Agiram para salvar suas vidas, com um plano improvisado e sussurrado no fundo da cabine. Não agiram em nome de uma idéia ou de um princípio "superior". Foram heróis porque venceram a inércia e o medo que poderiam paralisá-los até o fim, na espera de um milagre improvável.
A confusão na cabine do UA 93 ecoava no despreparo dos controles de vôo e dos militares, surpreendidos pelos eventos e confrontados com decisões impossíveis.
Alguns suspeitam que o UA 93 tenha sido abatido antes que se transformasse numa bomba. E se fosse? A história da revolta de seus passageiros, comprovada por seus telefonemas finais, seria a mesma. Só deveríamos rever (para melhor) nossa opinião de Dick Cheney, o vice-presidente americano que teria dado a ordem: uma decisão desse porte transforma qualquer um numa personagem shakespeariana.
Seja como for, naquela manhã de 11 de setembro, no ar ou na terra, ninguém sabia o que fazer. Ou melhor, sim, alguém sabia o que fazer: os terroristas a bordo dos aviões seqüestrados. Esta seja talvez a oposição que dá uma dimensão exata do conflito com o qual começa este século. De um lado, homens quaisquer, com pequenos ou grandes sonhos e amores, viajantes, sem princípios fixos que os orientem, atormentados pela tarefa de decidir a cada dia e a cada instante, num compromisso, o que é certo e o que é errado. Do outro, homens totalmente dedicados a princípios fixos, ou, talvez, fosse melhor dizer: princípios fixos sem homens.

 
Os teólogos (muçulmanos, judeus e cristãos) que me perdoem, mas, desde a infância, sempre achei que Abraão, disposto a sacrificar o filho Isaac e incapaz de mandar Deus para aquele lugar, era um grande panaca. Claro, na infância, eu devia me identificar com Isaac. Mas não mudei de idéia.

 
Moral da história: homens ordinários são capazes de uma estupidez extraordinária quando acham que têm idéias extraordinárias. Em compensação, homens ordinários podem se revelar capazes de gestos extraordinários apesar de ter idéias absolutamente ordinárias.


Não sei por que razão o filme foi avaliado com duas estrelas, apesar dos elogios dos críticos da Ilustrada (Pedro Butcher) e do Guia da Folha (Ricardo Calil). Vou passar a dar notas: "Vôo United 93", quatro estrelas, imperdível.



Escrito por martabellini às 11h30
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7 de Setembro

Dia dos Militares. Os prefeitos aproveitam e fazem uma “festinha” para alegrar a patuléia (que não se engana dos propósitos dos políticos). Quando eu era adolescente em Porto Ferreira, SP, era dia de desfile. A gente se alegrava, parecia desfile de moda. A gente era besta e não sabia. Até hoje adoro a banda de minha escola. É linda! A escola ainda tem uma banda, maestro e os instrumentos. Tem biblioteca. Não é pouco para um país onde a educação é só um slogan.



Escrito por martabellini às 08h53
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SPRAY ANTI CHATO

DAS ORGANIZAÇÕES TABAJARA

PARA BLOGUEIRO USAR

(Do Blog Mulher Mistério)



Escrito por martabellini às 08h40
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Poesia (minha autoria)

Recado

Quando alguém te bisbilhota

Cuidado: pode ser um idiota!

Marta, que também faz poesia

que talvez te dê azia.

Xô, se tu apenas és chato de galocha. 



Escrito por martabellini às 22h45
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Mais Miró

Tinha lido num livro de auto-ajuda, de um
  desses psicólogos
  De araque, que aparecem nesses
  programas matinais que dão
  Receitas pra tudo, inclusive de bolo,
  Que na hora que a vida vira uma merda
  O melhor é sair da fossa.

 



Escrito por martabellini às 22h40
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Denise recorda do Asdrúbal Trouxe o Trombone

Li o Blog da Denise (Síndrome de Estocolmo, ao lado, neste Blog) sobre o Asdrubal Trouxe o Trombone. O grupo do Asdrúbal tinha a Regina Case, o Luiz Fernando Guimarães, Evandro Mesquita, Patrícia Travassos, Perfeito Fortuna, Nina de Pádua Hamilton Vaz Pereira.

Em 1980 assisti a uma peça deles do Teatro do Sesc, São Paulo. A Regina Case aparecia dentro de um coração enorme, só a cabeça e as pernas de fora, cantando Roberto Carlos: “..Ainda bem que tocou esta música (suave/) romântica...” AMEI! Era uma época difícil, emprego raro e salário idem. Mas, a vida era muito boa, muito mesmo.

A Denise lembra do livro da Heloisa Buarque de Holanda, “Asdrubal Trouxe o Trombone: Memórias de uma Trupe Solitária de Comediantes que abalou os Anos 70”. Com DVD.  Ainda tenho o cartaz desta peça. Vale a pena conhecer para quem não viu nada deste grupo. O Brasil já foi bom! (será que estou derrotista?)

 

Do Blog Sindrome de Estocolmo



Escrito por martabellini às 22h32
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Poetando

Paulo Cangussu (Blog do lado esquerdo) enviou-me esta poesia

De onde viemos nós,
brasileiros & brasileiras,
cercados por sanguessugas e mensaleiros,
 pêcêcês, e outras quadrilhas sinistras?
Viemos da impunidade de crimes hercúleos
e justiça débil,
das noites cinzentas  dos preconceitos,
dos patifes vencedores,
do jeitinho que nos agoniza.
Um aviso como esse,
 generosa idéia,
 pensada em hora extrema
pelo Rubinho da Status,
não muda quase nada.
 Mas pode ser o princípio
do fim do princípio
de uma moda que, se pegar,
nos estarão anunciando para breve
 as obras completas
de Marcola e Fernandinho Beira Mar.

 


Guz

Paulo Cangussu
www.guz.com.br
www.paulocangussu.zip.net



Escrito por martabellini às 13h46
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Eleições na Universidade II

 

 

Fiquei feliz ao receber por e-mail a declaração de voto do Professor Edvani Curti Muniz, do Departamento de Química, da Universidade Estadual de Maringá. A carta diz respeito à reunião do Conselho Universitário que decidiu por acatar o recurso da Chapa do reitor para concorrer à reeleição. Solicitei ao Professor Muniz a publicação no Blog de sua carta. OK, posso publicar. Como o Professor Muniz eu também seria contrária à reeleição. Não concordo com a conduta do Conselho Universitário. Nem, como disse uma das Chapas concorrentes, acataria esta decisão como democrática. Para mim ela é apenas “funcionática”. A carta está dividida em duas partes porque este Blog não aceita muitos caracteres por texto.

 

 

DECLARAÇÃO DE VOTO

 

            Eu, EDVANI CURTI MUNIZ, Professor Titular lotado no Departamento de Química e credenciado junto ao Programa de Pós-Graduação em Química da UEM, pesquisador do CNPq nível I, representante dos Docentes dos Cursos de Pós-graduação Stricto sensu da UEM neste Egrégio Conselho, de acordo com a Resolução 016/98-COU, venho declarar perante este conselho meu voto a respeito desta matéria.

 

            Na reunião deste conselho ocorrida em 21 de agosto do corrente, meu voto nesta matéria foi pela impugnação do nome do Professor Ângelo por entender que, atualmente, o Prof. Ângelo exerce efetivamente o cargo de reitor da UEM e, por isso, tornou-se inelegível para mandato de reitor em continuidade ao atual mandato. Meu voto foi no sentido de preservar o estatuto da UEM no que se refere à eleição para reitor/vice reitor.

 

É de competência deste conselho reconsiderar suas decisões caso haja solicitação neste sentido e que demonstre que o COU tenha cometido ilegalidade ou que exista informação ou fato novo que possibilite ao COU rediscutir e, se for o caso, reformar sua decisão. 

 

            Nesse ínterim, entre a reunião do COU de 21.08 e hoje, houve um fato novo: a CPG se reuniu em 29.08.06 exclusivamente para discutir a minha posição no COU quanto a esta matéria.

Estavam presentes 15 docentes coordenadores, portanto com a ausência de 10 coordenadores. Após discussão desta matéria, em votação, 7 votos foram para que eu vote pela manutenção de meu voto de 21.08 e 7 votos para eu reforme meu posicionamento quanto a matéria. Por voto de minerva da presidente, a CPG decidiu  para que eu reforme meu posicionamento. No entanto, devo lembrar aos colegas deste conselho que sou representante dos docentes da pós-graduação Stricto Sensu e a CPG é, neste caso, o elo entre os professores e seu representante.

 

Se eu devesse seguir a orientação da CPG, deveriam também os colegas da CPG, coordenadores de curso de pós-graduação Stricto sensu da UEM, ter consultado seus pares nos diversos programas antes da votação de 29.08. Se isso tivesse ocorrido a democracia estaria sendo transmitida por uma corrente coerente com suas bases. Neste caso, eu defenderia neste conselho, mesmo contra a minha vontade, a posição dos colegas da pós-graduação.

 



Escrito por martabellini às 21h38
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Parte 2 da carta do professor Edvani Curti Muniz

 

 No obstante, por intermédio de docentes em diversos programas de pós-graduação da UEM fui informado que tal consulta não ocorreu. Ao contrário, recebi uma significante quantidade de mails e de ligações telefônicas ontem à tarde solicitando que eu mantivesse mesmo posicionamento de 21.08 nesta matéria. Enfatizo que fui eleito membro deste conselho como representante dos Docentes de Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu da UEM pelos docentes credenciados dos programas da UEM e não só pelos seus coordenadores.

 

             Assim sendo, não me sinto na obrigação de seguir a orientação da CPG, pois ficou claro para mim que a decisão da CPG, neste caso, não reflete, necessariamente, o desejo da maioria dos docentes de PG Stricto senso da UEM.

 

Gostaria de esclarecer que no meu entender, não há fato novo nesta matéria em relação ao discutido em 21.08.06, que indique que o COU deva reformular a sua decisão.

 

Finalmente, gostaria de enfatizar que não conheço nada que desabone as pessoas Ângelo Priori e Alice Murakami, que, na minha opinião, têm competência para gerir a UEM. Estou apenas coerente com meu ponto de vista acadêmico tentanto preservar o estatuto e regulamento da UEM. Portanto, meu voto é para que o COU mantenha a sua decisão de impugnação da candidatura do Prof. Ângelo ao cargo de reitor desta Universidade para o mandato de 2006 a 2010, por entender que tal candidatura fere o § 5º, do Artigo 22, do Estatuto da UEM.

 

Esta é a minha declaração de voto.

 

Prof. Edvani Curti Muniz

 

 

 



Escrito por martabellini às 21h37
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Tomem poesia, seus filhos da puta! (Miró)

Li no Blog da Glória, Leopoldina como ela é. É a notícia do poeta Miro, quarenta e tantos anos que olha para a platéia e canta versos.

“Deus, Tu que agora carregas um homem,

  Puxando pelas rédeas o seu cavalo e uns sacos de cimento

De cada lado um sol insuportável...


 Deus,
 Choves agora no meu coração


 Para que eu não pense em comprar um


 guarda-chuvas de balas


 E fazer justiça com as próprias mãos”.

 

Leia mais Miro. http://www.comunique-se.com.br

 

Criança e sua avó dormindo da rua (UOL)



Escrito por martabellini às 11h24
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Brasília- Por Gabeira

http://www.gabeira.com.br/blog

Já chegaram muitos deputados a Brasília. Vamos ter uma semana decisiva. Precisamos votar tudo que existe travando a pauta, para então conseguirmos o voto aberto em todas as votações.


Será uma conquista democrática. O eleitor poderá saber, em todos os momentos, como se comportou seu representante. A proposta é simples, democrática. Chega a ser espantoso como não foi ainda aprovada.



A única explicação para isto é o fato do Congresso ter se tornado uma corporação arrogante e fechada, voltada para suas falcatruas, ignorando a opinião pública.





Escrito por martabellini às 20h46
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Agora tenho os nomes!

Solidariedade à Alcilene e Alcinéia

A blogueira e jornalista Alcilene Cavalcanti foi vítima de perseguição e censura do ex-presidente José Sarney. A Justiça eleitoral do Estado determinou, na última sexta-feira (dia 25/8), a retirada dessa caricatura de Sarney, aí acima, do blog da jornalista. O Blog foi desativado.

Segundo a Folha Online, "quase dois meses após o início da campanha eleitoral, a coligação de Sarney já conseguiu que cinco meios de comunicação do Amapá saíssem do ar ou tivessem reportagens retiradas das páginas da internet. Outros meios já foram notificados por publicar charges ou notas com referência ao senador."

Alcinéia Cavalcante, irmã da Alcilene, republicou a charge, que foi encontrada num muro da cidade, e está convocando todos os blogs a fazer o mesmo.

Mais de 80 blogs já aderiram ao protesto contra esse abuso de poder e de solidariedade à blogueira. Faça você o mesmo...

Seja solidári@, publique o "Xô Sarney" em seu blog!

(De Denise Arcoverde, Blog Síndrome de Estocolmo)



Escrito por martabellini às 13h46
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Esta imagem no Blog

da jornalista do Pará (?) fez o Sarney

acabar com ela.... Mas, ela apenas inseriu

o que estava no muro...

 

Do Blog Segundo Sexo

 

 



Escrito por martabellini às 11h15
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Casas Bahia demitindo

 


A famosa rede de varejo vai demitir 2 mil de seus atuais 54 mil funcionários. Alega que não suporta cinco por cento de queda nas vendas este ano. As Casas Bahia têm 500 lojas, e adverte que, em breve, será obrigada a mais uma leva de demissões.



O empresário Samuel Klein é um negociante e tanto. Começa vendendo sua trágica história de sobrevivente em campos de concentração nazista. Há poucos anos foi indiciado por receptação de carga roubada. Curiosamente, as Casas Bahia dispararam no investimento publicitário, batendo a estatal Petrobrás de longe. E o senhor samuel Klein já foi elogiado por muitos políticos, inclusive, o presidente Lula.

 

 



Escrito por martabellini às 11h05
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Que notícia triste!

 

Aqui pelo Blog recebi a notícia da morte de minha amiga Betinha. Um doce de mulher. Uma amora, um pêssego. Que triste. Vou parar por hoje. Vou andar pela cidade a pé; vou desandar .... vou chorar bastante. Que ....!

 

 



Escrito por martabellini às 14h56
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55% não assistem o programa eleitoral

 

Notícia dada pela Folha de São Paulo O que significa que o povo está mais esperto, menos besta. Não sei, se por fora recebem pneus, $30 “real”, presentinhos inocentes. Mas, este tipo de propaganda já deu o que tinha que dar. Está furado. É feio, com gente feia. Até professor(a) que nunca dá aula aparece se gabando de ser professor(a). Pinóquio(a)s.

 

Do Blog do Josias.



Escrito por martabellini às 14h44
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Eleições na Universidade

 

 

Estou sem coragem para escrever o que penso, de fato, das eleições da Universidade Estadual de Maringá, onde trabalho. Não quero ser uma das eleitas com Comissão de Sindicância, pois sei que, se eu disser o que vejo, vou ao cadafalso (empurrada por alguém que sei, adora perseguir colegas que não estão ao lado dele ou dela). Limito, agora, a algumas observações. Primeira: temos 4 chapas inscritas.  Bastante. Mas o número reflete que há vários grupos pretendendo o poder. A chapa que pleiteia a reeleição, para mim, corre fora das regras democráticas. Reeleição, de modo algum, deveria ser a meta dos candidatos. Nem para reitor, nem presidente, nem chefe de departamento, nem síndico, nem sindicato. O poder, mesmo de síndico, favorece muitas coisas, entre elas, nossos impulsos destrutivos. Creio que são raros aqueles que se envolvem com a construção humana quando se repetem no poder.

 

Estou consternada com estas eleições. Vejo na Universidade uma ampliação da política de Brasília em escala, é claro, bem menor. Tenho certeza que não temos mensalões ou sanguessugas, mas há a troca de favores. Traduzindo: há política de favorecimento pessoal, ou seja, se você me apoiar, eu lhe prometo um cargo com Função Gratificada ou com função política. Não é por mérito, mas por sustentação política.

 

Vou, prometo, escrever mais sobre o assunto. Neste momento, estou relendo o livro do Erich Fromm, Anatomia da Destrutividade Humana para entender melhor a ânsia pelo poder. Estou relendo um trecho “A natureza do sadismo”. Diz Fromm: [...] proponho que o núcleo do sadismo, que é comum a todas as suas manifestações, é a paixão para ter um controle absoluto e irrestrito sobre um ser vivo, seja animal, homem ou mulher.

 

Outro apontamento que faço é: não concebo reeleição, mas também não compreendo por que professores que não vivem a vida na Universidade (seus problemas, suas orientações) querem ser administradores da Universidade. Tenho certeza da idoneidade do vice da chapa do professor Dante, mas trabalhar na Universidade pública e em uma privada e, ainda, administrar uma pública é, para mim, um problema, mais do que uma solução.

 

 

 

 

Foto Lenin - Galeria Blue Noses

(Blog O Segundo Sexo)

 



Escrito por martabellini às 14h21
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Pedido de desculpas

 

 C@ros, estou com problemas ... Volto a escrever hoje, creio.

Um leitor pede que eu escreva sobre as eleições da Universidade Estadual de Maringá.

Também estou tentada a, mas não sei se devo.

 



Escrito por martabellini às 10h27
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