
Escrito por martabellini às 00h28
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Ufa! Consegui! Eis o trecho do jornal paulista DCI descrevendo o curso para pastor.
Escrito por martabellini às 00h18
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Marcos Valêncio (do Blog do Sindicato dos Funcionários Municipais de Maringá)
Os funcionários da prefeitura municipal de Maringá lembram-se bem do Sr. Marcos Valêncio. Este senhor fez parte da comissão de negociação que, no período de greve, representava o governo Silvio Barros II. Muitas vezes, o Marcos Valêncio disse que os grevistas eram vagabundos e que ele faria com que os funcionários em greve fossem todos demitidos. Quem realmente deve ser demitido por ilegalidade, os trabalhadores por lutar pelos seus direitos ou quem é preso acusado de roubar dinheiro publico? (SISMAR).

Escrito por martabellini às 00h03
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Quinta com Contardo Calligaris
"Anjos do Sol"
"Os nossos" apenas chegam no cinema de Hollywood. É só um truque de marqueteiro?
ESTRÉIA AMANHÃ "Anjos do Sol", de Rudi Lagemann. O filme conta a história de Maria, uma menina do sol que se torna menina da noite. A cada ano, centenas de meninas, mal chegadas à adolescência, são vendidas pelos pais, leiloadas a notáveis famintos de carne virgem (carne do sol, não é?) e entregues a cafetões que as escravizam pelas zonas rurais e pelos garimpos do país. A existência desse pequeno exército foi denunciada pelo dossiê "Crianças da Amazônia" e, logo, em 1991-92, pelas reportagens de Gilberto Dimenstein nesta Folha, que confluíram no livro "Meninas da Noite". Agora, as meninas da noite têm uma cara em nosso imaginário coletivo: a cara de Maria. "Anjos do Sol" é terno e brutal, narrado com simplicidade e sem simplismo. Os atores são notáveis: além de Fernanda Carvalho (Maria), é preciso mencionar Antônio Calloni (Saraiva, o cafetão do garimpo), Bianca Comparato (Inês) e Mary Sheila (Celeste). A história prende, comove e indigna. Na saída do cinema, fiquei questionando um pensamento que me acompanhou ao longo do filme. Enquanto assistia a "Anjos do Sol", "sabia" que ninguém ajudaria Maria e suas companheiras. Um trunfo final da justiça me pareceria "falso". No entanto, eu não parava de esperar que, naquele garimpo perdido, aparecesse um Bruce Willis que esvaziasse sua Colt 45 automática na cara do Saraiva e do torvo guardinha sentado na entrada do bordel com um calibre 12 na mão. Esperava pela chegada de John Wayne e do sétimo regimento de cavalaria, dos médicos de "ER", de Arnold Schwarzenegger ou da turma de "Law and Order". O Inspetor Clouseau teria sido suficiente. CADÊ OS NOSSOS? Fora a irritação contida de um agente de saúde reduzido ao silêncio pelas ameaças veladas de Saraiva, não chegou ninguém. Você, leitor, dirá que olho para o mundo pelos moldes colonizadores das narrativas hollywoodianas típicas. Concordo. E admito que as narrativas hollywoodianas parecem ser construídas para gratificar nosso narcisismo: mesmo nas piores, podemos nos identificar com o herói salvador que nunca falta no elenco. Mas essa retórica hollywoodiana talvez não seja apenas estratégia de marketing. Explico. Em "Anjos do Sol", há uma longa fila de adultos que têm o destino de Maria nas mãos: família, intermediário, transportadores, cafetina e cafetão, capataz, deputado, fazendeiro com seu filho adolescente, garimpeiros, agente de polícia vendido. Como disse, parecia-me verossímil que nessa fila não houvesse ninguém para dizer: "Basta". Não penso que, em outras latitudes, Maria teria tido mais chances de esbarrar em alguém que, além de se indignar, decidisse arriscar, agir, se meter. Ao contrário, quem leu "Meninas da Noite" lembra que, no fim, Dimenstein conseguiu levar a Polícia Federal até o bordel. Alguém, um jornalista, não se contentou em registrar os fatos e se indignar: tomou posição, disse "não" e desfez uma corrente de perversidades. Por que, então, ao assistir a "Anjos do Sol", parecia-me verossímil que ninguém resistisse? A sensação de verossimilhança (como já notou Aristóteles) não depende dos fatos e de sua probabilidade. Ela é, por assim dizer, o efeito de uma expectativa cultural. Para nós, no caso, é mais verossímil uma narrativa sem Dimenstein chegando de helicóptero. Alguém dirá: "Melhor assim, não estamos aqui para gratificar nossos sonhos de glória, mas para enxergar a feiúra do mundo". Legal, mas pergunto: a chegada dos "nossos" no cinema hollywoodiano é só um achado de marketing para alegrar o público? Ou será que corresponde à expectativa cultural de que o homem comum se sinta compelido a erguer a cabeça e encarar o que lhe parece errado? O final hollywoodiano pode parecer inverossímil, feito para nos seduzir com o devaneio de nosso próprio heroísmo. Mas seu contrário talvez alimente um cinismo das belas almas, em que a indignação importa mais do que a ação. Um olhar pretensamente mais "maduro" e menos "alienado" por finais felizes pode ser a armadilha de uma disposição cultural em que a indignação serve, sobretudo, para inocentar: indignei-me, logo, fiz minha parte. E os atos, cara pálida? Cá entre nós: Inês teria gostado caso, na ausência de Bruce Willis, ao menos o helicóptero de Dimenstein chegasse a tempo.
Escrito por martabellini às 09h40
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O Senhor é o nosso fornecedor... Dinheiro não nos faltará!
Um anúncio publicado no jornal paulista DCI é um convite à prosperidade. Faça você um curso-relâmpago de pastor em 90 dias, com carteirinha e tudo. E o melhor: poderá ter a própria igreja, que cria dois milhões de empregos, sem vínculo trabalhista. Melhor ainda: a chance de entrar para a bancada evangélica. O paraíso na Terra. (Cláudio Humberto)
A lista dos 72 parlamentares sanguessugas é um documento para exorcismo. O Congresso tem 62 parlamentares "evangélicos". Desses, 30 estão na lista dos "sanguesssugas". Dos 30, 17 são da Igreja Universal, que tem uma bancada de 18.
A má notícia é que o senador João Alberto, do PMDB, um daqueles senadores que fala com a voz pastosa, disse, ontem, que vai arquivar a CPI. Segundo o senador, o Vedoin apenas falou, não trouxe provas "ROBUSTAS". E, mais: ele não viu que os amigos dele, do PMDB, na lista dos sanguessugas.
Escrito por martabellini às 09h35
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Bota fora
Bota fora 1: Do Blog do Língua de Trapo. "Os políticos, assim como as fraldas, devem ser trocados constantemente. E sempre pelo mesmo motivo".
Bota fora 2: Morreu Stroessner.

Escrito por martabellini às 20h31
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O besteirol dos candidatos

Agora todo dia a gente toma uma dose de bobagens dos candidatos. “Eu farei uma escola melhor” (o infeliz nem sabe que temos a Lei de Diretrizes e bases da Educação); “Vou melhorar a saúde” (de quem?); “Eu sou capacitado porque sou médico” (Geraldo Lú Daslú Alkimin); “Eu planto soja transgênica” ... É uma profusão de EU, pronome muito usado pelos candidatos. Depois das eleições, muda-se o pronome: Nós fomos enganados, nós não temos escola, nós não temos postos de saúde. Até o Serra, sim, o Serra, economista, disse: A educação vai mal em São Paulo porque temos muitos migrantes nordestinos. Confira no BLOG do JOSIAS (uol).
Sou favorável a uma mudança: a gente se reúne, passa leituras para o pessoal, depois sabatina neles! Quem sabe a gente para de ouvir: EU, eu, eu, eu, eu, eu....
Escrito por martabellini às 20h19
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Palmas para a Polícia Federal
Chegou em Maringá!

Escrito por martabellini às 20h02
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O dia começou com um dilúvio
E acabou com a Operação Nurse (3 postos de gasolina que davam propina a fiscais do IPEM tiveram as bombas lacradas). Maringá, dia 16 de agosto de 2006. Todos conhecem a fama de Maringá: ruas largas, árvores, linda... Todos liam nos jornais que aqui não havia crimes, nem criminosos. Pois é: Maringá entrou no Brasil! Gente! A polícia federal descobriu Maringá! Parece-me que aqui a Operação Dilúvio prendeu 21 pessoas. Entre elas, adivinhem! Prendeu o superintendente do Aeroporto local, ex-assessor do prefeito da cidade, do PP. Que alegria ver um sonegador preso, um sonegador importante na cidade. Chama-se Marcos Valêncio.
Abaixo uma foto que apanhei do Blog do Rigon. Na foto aparece o sonegador em pé conversando com o então candidato a prefeito (e atual prefeito) de Maringá. O Comentário é do Rigon.
 O prefeito Silvio Barros II durante o debate promovido pela TV Cidade, no segundo turno das eleições de 2004 (aquele ao qual João Ivo não compareceu). Ele esteve sempre acompanhado de Marcos Valêncio (na foto, à esquerda), como aconteceu no último debate, realizado na Globo.
Escrito por martabellini às 19h50
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Lindo Autran!
Enquanto muitos chupam o sangue do Brasil
com canudinhos parlamentares
Autran continua trabalhando
faz sua 90 peça de teatro.
Ele, em O avarento (Foto UOL)

Escrito por martabellini às 09h33
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O amor é lindo!
Gabeira denunciou. Denunciou a linda relação de amor entre Renan Calheiros e o senador Wellington.
Calheiros ganhou uma TV de plasma do Wellington. O Wellington ganhou do Calheiros um terreno
para sua faculdade privada.
O amor não é lindo?
E você, eu, nós todos, financiamos esta prostituição no parlamento.
Escrito por martabellini às 09h27
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Reencontro com Marta
Faz uns dez dias, mais de 23h, escutei o telefone do quarto. Estava lendo e não cheguei a tempo de pegar o fone. Mais tarde o fone soa novamente. Atendi. Ouvi a voz, escutei a fala a de repente, reencontrei a Marta. Minha amiga Marta. Marta e seu francês. Tudo veio a tona: memórias de nossa graduação em Ribeirão Preto, Janis Joplin, Dona Jamile e sua comida síria, as roupas extravagantes, nossos professores, amores, namorados, passeatas. Depois de Rib. veio São Paulo. Cinema, teatro, shows. A Marta deixou a vida acadêmica (manteve o francês e as aulas, o novo emprego federal). Perdemo-nos durante anos, mas quem perde uma parte tão importante da vida? Com a Marta conheci anos doidos: música, poesia, francês, espanhol, vinho, teatro (seu irmão, Luiz Henrique era do mundo do teatro). Ah! Também pelas mãos da Marta conheci o Luiz Ernesto que andava com uma meia amarela, outra vermelha, uma em cada pé. Vidas alienígenas.
Escrito por martabellini às 20h22
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Que calor dos infernos!
Maringá, no norte do Paraná, apresenta vários problemas (é claro, que não tem só problemas, viu gente?!): a) falta teatro, livrarias bem boas, boas bibliotecas etc e tal. (Do que eu sinto falta mesmo é de vida alienígena, pronto falei!); b) uma praia ou um lagão, um riozão. Estas ausências, uma de ordem natural, outra cultural, dão no dia de hoje: um calor infernal e você fica morgando em casa. Pior ainda: começou outro inferno, o programa político. Feios, sujos e malvados (já disse aqui, é título do filme do Etore Scola) deveria ser o nome do filme, quero dizer do programa. Por desaforo, faço análise da fala e das caras. Este programa foi implantado pela ditadura militar. E disto sobrou esta coisa horrorosa de dizer: “Eu sou contra a corrupção” (e o cara é do PP, partidinho que adora sobras!); “eu vou fazer mais escolas” (e o senhor é do partido que privatizou tudo). Mais vingança ainda é analisar a feiúra do povo. Hoje rimos muito de um candidato a piu-piu (aquele do desenho). Outro parece um urso no verão: chocalha os braços, os olhos, as mãos. Como nossa maldade emerge! Parece o calor brutal de inverno!
Escrito por martabellini às 19h56
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Saulo, o secretário que agride pessoas em bares, quis evitar a divulgação do vídeo do PCC
Saulo, um tucano agressivo, arrogante, quis evitar que a Globo exibisse o vídeo do PCC. Realmente, se a coisa ficar entre PSDB e outros partidos, este pessoal nunca vai levar a sério a segurança.
Responsável pela segurança pública em São Paulo, ele fez pedido aos diretores da emissora, minutos antes da exibição
Texto de Kleber Tomaz, André Caramante e Regiane Soares, Folha de São Paulo
O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Saulo de Castro Abreu Filho, tentou evitar, anteontem à noite, que a Rede Globo exibisse o vídeo com o manifesto do PCC. Abreu Filho, segundo a Folha apurou, procurou dois diretores da Globo por telefone. Ontem, sua assessoria de imprensa disse que "a secretaria não iria comentar o assunto". Policiais envolvidos na operação para localizar o repórter Guilherme Portanova confirmaram a ligação de Saulo.
O delegado Osvaldo Nico Gonçalves, coordenador do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos), também defendeu a não exibição da fita. Ele argumentou que a exibição abriria um precedente arriscado, porque significaria atender, sob ameaça, a uma exigência do PCC. "Isso vai abrir um precedente grande", afirmou Gonçalves, que esteve na sede da emissora. Ele foi enviado pela secretaria para falar com a Globo.
Na avaliação da polícia, ao ceder a um pedido, abre-se a possibilidade de que outras reivindicações sejam feitas da mesma maneira. A determinação de transmitir o vídeo partiu dos seqüestradores de Portanova como condição para que ele não fosse assassinado. Pela sugestão dos policiais, a ação da Globo deveria seguir a negociação de um seqüestro convencional: 1) procurar não ceder "facilmente" às exigências dos captores -"Não pode ceder facilmente, senão vira rotina", disse um delegado da cúpula da polícia, sob anonimato. 2) exigir uma prova de vida, como uma foto do repórter acompanhada de um jornal do dia. Embora tenha tentado pressionar a emissora, a cúpula da polícia paulista reconheceu que a decisão de veicular o vídeo ficou restrita à Globo.
Assim como o secretário da Segurança, o governador de São Paulo, Cláudio Lembo (PFL), optou por não se pronunciar ontem. Eles não participaram de eventos públicos.
Escrito por martabellini às 10h49
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"A luta é nós e vocês"
Texto de Fernando Rodrigues da Folha de São Paulo, hoje
Concordo com o que diz o Fernando. Nossos deputados e senadores estão quietinhos quanto à segurança. Talvez, eles temam alguma coisa.
O seqüestro de uma equipe de reportagem da TV Globo sintetiza a degradação extrema a que chegou o sistema de segurança pública em centros urbanos. Nos últimos dias, ameaças de bomba paralisaram a cidade de São Paulo. No início da madrugada de domingo, os criminosos conseguiram forçar a interrupção da programação da maior emissora de TV do país para transmitir um comunicado. Ou o vídeo ia ao ar ou uma pessoa inocente seria assassinada. Indefesa como toda a sociedade, a TV Globo veiculou o texto.
Chama a atenção o trecho final do discurso atribuído ao PCC: "Deixamos bem claro que nossa luta é contra os governantes e os policiais. E que não mexam com nossas famílias que não mexeremos com as de vocês. A luta é nós e vocês".
Errado. Se o país vive num regime de democracia representativa pleno, a luta dos criminosos é contra toda a sociedade.
São os 126 milhões de eleitores que escolhem os governantes. Os eleitos organizam as forças policiais. Os governadores, deputados, senadores e presidente da República têm responsabilidade direta pelo estado de pré-Colômbia das grandes cidades. Em resumo, a sociedade brasileira é a grande mentora da atual degradação.
Nestes tempos de eleição, jornalistas costumamos receber perguntas sobre em quem se deve votar ou como encontrar saídas. Em geral, respondo com duas perguntas: 1) em quem você votou há quatro anos para deputado? e 2) quantas vezes tentou cobrar responsabilidade do seu escolhido até agora? O silêncio que se segue é eloqüente. Pensar que a crise de segurança será solucionada com algum tipo de mágica é o pior caminho. A tarefa durará anos ou décadas. O início do processo está nas urnas eletrônicas no dia 1º de outubro.
Escrito por martabellini às 10h34
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Feios, sujos e malvados
Todos falam em ousadia do PCC diante do seqüestro do jornalista da Globo. Também achei. Mas não tem jeito: não consigo de deixar de pensar na ousadia dos agentes carcerários que corrompem e são corrompidos, de centenas de pessoas empilhadas nas prisões, de juizes e deputados de Rondônia, mensaleiros e sanguessugas. Mais: do juiz Lalau, das compras sem licitações, laptops superfaturados, sonegação fiscal. O Brasil parece muito com aquele filme do Etore Scola, Feios, sujos e malvados. Creio que é neste filme que um favelado italiano diz para outro: Para resolver os crimes na Itália temos que cercar todo o país com grades, pois não há prisão suficiente para todos.
Notícia ruim: ouvi na CBN nacional entrevista com professor da Unicamp sobre as mudanças climáticas e o excesso de CO2 na Terra. Isso vai, até 2020, reduzir a produção de grãos (milho, soja) em até 30%. Ou seja, o agrobusiness só vai para as cucuias daqui a 14 anos. E vai por burrice própria.
Em Maringá a Avenida Horácio Racanello ( Racanello, de quem eu gostava muito, me deu um livro básico sobre defesa e direitos) continua aquele monumento bem a gosto dos idiotas de plantão: grande, branco e ineficaz.
Escrito por martabellini às 10h17
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Como é que é o negócio?
Música para os prefeitos, vereadores, deputados, senadores...
http://www.linguadetrapo.com.br/arquivos/discografia/17biggoldenhits/13.wma
Escrito por martabellini às 10h57
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Do blog do Guz 13.8.06
Escrito por martabellini às 10h44
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Escracho, para que te quero?
Amei o Blog que indiquei para vocês: O segundo sexo. O melhor do Brasil virou o escracho. Por quê? Porque falamos, denunciamos, brigamos e a elite nem aí. Por exemplo, nada mais cansativo do que denunciar o prefeito de Maringá e todos os seus desmandos na cidade. São coisas tão descaradas (como mudar a lei de ocupação do solo para permitir que o filho de um promotor termine uma construção irregular bem no centro da cidade chamada de verde, ver no Blog do Rigon) que a gente não tem como entrar em depressão. Bem, se entrarmos em depressão, é tudo que os malditos políticos querem. Então, partir para o escracho, penso ser a solução. Rir é uma das boas soluções.
Escrito por martabellini às 10h39
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Domingo
Estou com um pequeno problema computacional.
Por ora, indico um Blog muito bacana:
O segundo sexo
Um blog que era petista mas que agora é só comunista mesmo
http://afeminista.zip.net/index.html
É muito bom! É divertido!
Escrito por martabellini às 09h49
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