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Blog de Martabellini
 


Comentando a notícia do Blog Homo sapiens

 

Fofoca quente

 Ouviram da boca do Pinga Fogo, no rádio:

"Esses locutorzinhos dessas rádios aí dizem que não tocam qualquer música no programa deles... eu toco qualquer música sim, mas tenho minha camionete, meu carro novo na garagem. Num sou igual esse aí que nem o nome da música direito sabem falar".


Ontem, eu fiz questão de ver um pouco do Pinga Fogo e RTV. É hilário. O português do apresentador Pinga Fogo prima... por vários erros. E, ontem, foi interessante! O apresentador chamou a Escola Municipal Paulo Freire que foi inaugurada em Sarandi, de Escola Padre Paulo Freire. Alertado pelo erro disse: É que me lembrei do Padre Paulo (deputado pelo PT de Sarandi) e juntei Padre Paulo Freire.

 

 

O Vinícius de Moraes (dispensa apresentações, não é?) cantava uma música que podemos lembrar ao apresentador: “E ri, porque rico ri a toa... mas não tem nada, não... tenho meu violão”.

 

Outra música dele, cantada pelo mineiro Milton Nascimento:

 

Você é mais rico do que eu. Sabe mais coisas do que eu sei...

Mais o que sei você não sabe....

E enquanto o seu poder não se acaba eu vou cantar....como e porque, eu sei mais que você

Sabe você o que o amor, não sabe, eu sei,

 

Para alegrar a vida, mesmo ouvindo bobagens sem parar nas “rádias” amigas,

 

vai a letra da música A Tonga da Mironga do Kabuletê do Vinicius de Moraes / Toquinho

 

Eu caio de bossa
Eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa
Xingando
em nagô

Você
que ouve e não fala
Você que olha e não vê
Eu vou lhe dar uma pala
Você vai ter que aprender
A tonga da mironga do kabuletê
A tonga da mironga do kabuletê
A tonga da mironga do kabuletê

Eu caio de bossa
Eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa
Xingando
em nagô

Você
que lê e não sabe
Você que reza e não crê
Você que entra e não cabe
Você vai ter que viver
Na tonga da mironga do kabuletê
Na tonga da mironga do kabuletê
Na tonga da mironga do kabuletê

Você que fuma e não traga
E que não paga pra ver
Vou lhe rogar uma praga
Eu vou é mandar você
Pra tonga da mironga do kabuletê
Pra tonga da mironga do kabuletê
Pra tonga da mironga do kabuletê



Escrito por martabellini às 11h24
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Rindo a toa...

 

Mura e amigos. O Mura me pergunta por que estou rindo a toa (é o ícone do humor do Blog).

 

Na verdade, Mura, rindo a toa é porque realizei, neste semestre, algumas tarefas e outras estão sendo encaminhadas. Estava com tantas tarefas que me sentia a beira de um ataque de nervos (como no filme do Almodóvar). Também me deixou feliz saber que uma amiga, a Tereca, que estudou comigo em Ribeirão Preto, está viva e lutando, lá em Uberlândia. Moramos na mesma “república”. Em 1977 eu me formei, fui para São Paulo. Cada uma de nós fez um percurso. Ninguém deixou de ser militante (ou de partido, ambientalista ou mesmo na vida cotidiana).

 

Agora, convidada para participar de uma banca de mestrado na Universidade Federal de Uberlândia, eis que é ela a mestranda. Bom, não é?

 

Rir é o melhor remédio, inclusive quando ouvimos bobagens homéricas como a do José Serra ontem. O candidato ao governo pelo PSDB usa do cinismo para fazer seu programa político. Aliás, o cinismo (inclui o deboche, o desdém, a graça, a crueldade e alguns slogans no discurso) é o cerne do discurso político. Posso dizer que é um gênero de discurso.

 

A ironia no discurso pode levar ao sarcasmo. É uma figura de pensamento que pode ser amena, cruel, amarga ou engraçada, segundo Olivier Reboul.  Há a ironia fina: tom de voz, ponto de exclamação e a vítima é a última a percebê-la. Há a ironia pesada que é a esperada. Nelas há um tom de alegria sádica, um “prazer” maligno de, como diz Reboul, ver a bola murchar, de ver o esfrangalhamento das pretensões do outro.

 

Reboul descreve a réplica de Napoleão III, quando lhe mostraram o violento panfleto de Victor Hugo contra ele: “Pois bem, Senhores, aí está Napoleão, o Pequeno, por Victor Hugo, o Grande”.

 

O que ele quis dizer, exatamente, pergunta Reboul: “É que ele se toma por Napoleão”. “Não me atinge”... “Admiro-o apesar de tudo como poeta”... Talvez, os três.

 

Se a ironia é uma arma, o humor (que não é a mesma coisa que a ironia) é algo que desarma. É por isso que em Maringá alguns Blogs incomodam ao prefeito e ao pessoal que o defende: são bem humorados. O Factorama, às vezes, prima pelo riso!

 

No dia em que ouvi o Ademar Schiavone, o Secretário do prefeito, falar, em tom de deboche, na CBN, dos 0,39% de aumento para os funcionários que fizeram greve, pois Maringá estava no Brasil, a vida nos presenteou com a notícia da lista dos 94 deputados suspeitos, entre eles o irmão Ricardo Barros. Esta foi a nossa “alegria sádica”: de fato, Maringá, está no Brasil! Ironia se paga com ironia. E, de quebra, com humor!

 



Escrito por martabellini às 10h49
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Resolvendo um problema ou o PSDB pirou!

 

 

Hoje de manhã fui ao colégio de minha filha para uma reunião com os pais e professores para resolver se os alunos iam ou não a São Paulo. Visitariam a Petroquímica União, Estação Ciência e assistiriam a uma peça de teatro. Mas, alguns pais, com razão, ficaram preocupados com os ataques aos ônibus, a toda São Paulo.

 

Eu disse ao pessoal que respeitava a decisão, mas lembrei que estes ataques não cessariam. Sairiam de São Paulo, inclusive. Faz parte do modo como a elite econômica e política administra os problemas de segurança no país. Mais ainda: o PSDB, pela boca de Alkmin e José Serra, diz que é o PT que está financiando o PCC e os ataques.

 

Os pais riram. Todos sabem que o PSBD  está enlouquecido. Em todo caso, os jovens da escola ficam em Maringá.



Escrito por martabellini às 12h34
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Ciência para todos

 

VIII Semana da Biologia

Universidade Estadual de Maringá

 

De 24 a 29 de setembro de 2006

 

Na 8ª edição do Encontro Maringaense de Biologia, confira os 45 minicursos, as palestras, concurso de fotos e participação na apresentação de Trabalhos de Pesquisa.

 

 

Veja o site: www.uem.br/ccb no link Emabi 2006!!

 



Escrito por martabellini às 16h15
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Rádio Matraca canta Roberto Carlos

Por que me arrasto na grama

(homenagem ao time brasileiro na Copa)

 

http://www.linguadetrapo.com.br/arquivos/radiomatraca/Roberto%20Carlos.wma



Escrito por martabellini às 22h38
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Canja Raul Seixas da Rádio Matraca

Trechos do Raul Seixas e sua mulher Lena cantando...

http://www.linguadetrapo.com.br/arquivos/radiomatraca/Canja%20Raul%20Seixas.wma



Escrito por martabellini às 22h23
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Conversando com Ana Cristina...

 

Ana é minha colega de Departamento e amiga. Hoje, quarta-feira, para muitos de nós iniciou-se um período de férias das aulas. Aproveitamos para fazer novas leituras, muitas delas atrasadas. Conversamos um pouco hoje, Ana e eu no Departamento. Coisa rara, pois sempre estamos correndo para as aulas (o que é sempre um prazer) e para as reuniões (sem comentários).

Falamos sobre as nossas leituras. Ana Cristina lê Bateson. Estuda semiótica. Lê Peirce. Eu estudo retórica. Leio Perelmann.

Nesta boa conversa falamos da Copa do Mundo. Falamos do Zidane. De sua cabeçada no jogador italiano. Ana pergunta-me: Marta, por que os europeus brigam dando cabeçada e nós aos socos e pontapés?

Pô, eu não havia pensado nesta particularidade européia de briga em futebol. É verdade, eles dão cabeçada! E, nós, pontapés, socos.

Ana, sempre criativa, pergunta-me, outra vez: Será que o brasileiro nunca entra de cabeça ns coisas?

A Ana lembra que o Zidane sempre foi explosivo, estava com três cartões amarelos. O vermelho foi apenas um a mais. Ficamos indignados com o Zidane, diz a Ana Cristina, porque a imprensa criou o tipo Zidane, bom de bola e bom moço. Mas, ele foi o que sempre foi: um bom jogador bem esquentado!

Resta-me pensar e ler sobre: será que nunca o brasileiro entra de cabeça nas coisas?

É sempre bom conversar com a Ana Cristina.



Escrito por martabellini às 18h32
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OUÇA

Luiza de Tom Jobim

(demora um pouco mas vale a pena ouvir

esta pérola). Bebi a música do BLOG do Língua de Trapo.

Violão: Paulo Belinatti

Voz (LINDA!): Tony Pituco Freitas.

 

beba-a!

 

http://www.radiomaxima.net/tonyfreitas/luiza.mp3



Escrito por martabellini às 10h53
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Caras e caras...

Vejam vocês: as caras dos deputados suspeitos do Paraná

e dos funcionários municipais que fizeram greve em Maringá:

 

Imagens capturadas do Blog Cotidiano em Pauta

 



Escrito por martabellini às 10h39
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Agenda

II Encontro de Direito e Cultura Latino-Americana

Diversidade, Identidade e Emancipação

Universidade Federal do Paraná, Curitiba,PR

25 a 28 de julho de 2006

www.cejur.ufpr.br

V Ciclo de Estudos Antigos e Medievais

V Jornada de Estudos Antigos e Medievais

Universidade Estadual de Maringá

04 a 06 de Outubro de 2006

Informações:

telefax: (44) 3261-4853

(44) 3262-1161

E-mail: vceam-ppe@uem.com.br

http://www.ppe.uem.br/vceam

Coordenação: Professora Dra Terezinha Oliveira



Escrito por martabellini às 10h18
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Ontem a tarde com Irma na TV

Fui entrevistada pela Irma D´Oliveira

ontem pela Tv Comunitária. Assunto:

Educação Ambiental, Parque do Ingá e

os problemas ambientais de Maringá.

Agradeço ao Diego, estudante de psicologia

que lá é técnico e à Irma.

Canal 13 da TV paga NET, as 21h, até sexta.



Escrito por martabellini às 10h10
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Conversando

...ontem com uma amiga do movimento

lesbiano, sobre uma passeata gay nesta cidade

conservadora, ela riu muito.

Disse-me que tentou reunir as meninas

para levar, de ônibus, à São Paulo, para uma

Parada Gay...

Apareceram duas meninas...

Cidade envergonhada...



Escrito por martabellini às 10h06
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Do Laert Sarrumor, BLOG do Língua de Trapo,

 11/07/2006
Quando o carnaval chegar

Passôôô... passô... doeu?... doeu mas já passô...

Valeu pela cabeçada do argelino, que resolveu trocar a tranquilidade do cartão de aposentadoria por um cartão vermelho. Cartão vermelho que deu um certo colorido a esse carnavalzinho sem graça. Cabeçada que todos gostaríamos de ter dado no peito do ê-parrera-inhansã e suas múmias paralíticas de seis bilhões de dólares.

Agora, no Brasil, tem início outro carnaval. Eu, que um dia compus o Xote Bandeiroso, só posso dizer:

Anula-lá



Escrito por martabellini às 09h57
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Charge do Glauco. Folha de São Paulo.



Escrito por martabellini às 09h51
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Do Blog do Mura (11/7/06)

 

Seremos o último da fila

 

"Vocês têm o direito a greve, a fazer reuniões, a colocarem entulhos e pneus sobre a pista, a plantarem bananeiras nos buracos e chamarem a imprensa. Quanto a mim, eu vou dizer a vocês que serão sempre os últimos da fila". - Palavra da administração aos presidentes de bairros que não aderem à entidade FEABAM e que têm reclamado da falta de atendimento nas suas comunidades.

 

Que “meda”, hein, Mura?!



Escrito por martabellini às 09h33
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A mensagem de minha filha, ontem

 

Sai com a minha filha ontem para ver roupas para ela. Como

 vai viajar precisou ver algo diferente.

Mas, a gente não consegue comprar as coisas ou pelo preço, ou pelo estilo ou...

Aí, recebi da Ju, ontem a noite mesmo, este e-mail:

 

Olha só esse slogan que bolaram para um shopping do Rio... Já que hoje nós
falamos sobre a moda, tô enviando para você...

A moda e a breguice



"A MODA é uma ditadura. Obedeça ou fique brega". O slogan de um shopping do
Rio de Janeiro estampado na página do jornal parecia uma piada. Sim, porque
não é possível que, em pleno século 21, alguém consiga pensar esse tipo de
coisa. Aliás, esse pensamento é impensável desde o tempo das cavernas.


O mais bizarro, no entanto, não é algum descabeçado acreditar numa idiotice
dessas. É isso ser usado como um slogan publicitário! Ou seja, um idiota
pensou e muitos outros idiotas aprovaram tal idéia!!! E ainda ganharam a
maior grana.


Em primeiro lugar, nenhum publicitário poderia formular tal slogan. Isso
porque os publicitários não são parâmetros fashion pra ninguém. A classe é
responsável, entre outras coisas, pela disseminação dos modismos mais bregas
da história da humanidade. Como, por exemplo, o uso de gravatas com
bichinhos de desenho animado.


Em segundo lugar, publicitariamente falando, isso é incrivelmente anacrônico.

Vivemos a era da customização e da busca pelo individualismo,
onde todo mundo quer ser diferente. A publicidade e a própria indústria da
moda perceberam isso e tentam vender esse conceito. Um tênis branco que vem
com canetinhas para você pintar. Uma campanha de TV que diz que o bonito é
ser você mesmo.


E, por último, o mais importante: como pode alguém achar que uma ditadura é
uma coisa boa? A São Paulo Fashion Week pode provar: a moda não é uma
ditadura, é uma farsa. Uma farsa divertida, sim. Gostamos de desfiles, de sapatos

e de liquidações. Mas, se você achar que precisa seguir a moda
porque ela é uma ditadura, você não é brega, você é MALUCO.


Fora isso, sim, vai brincar de moda assistindo aos desfiles que

 começam essa semana. Vamos falar "eu preciso daquela roupa".

Mas porque é divertido.
Só por isso.


Jô Hallack, Nina Lemos e Raq Affonso.



Escrito por martabellini às 08h54
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Palestra - Mestrado em História da Universidade Estadual

de Maringá

O imperialismo sedutor

Professor Dr Antonio Pedro Tota

Pontifícia Universidade Católica - SP

13 de julho de 2006

14 horas

Bloco H-35 - sala 7



Escrito por martabellini às 12h07
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Beleza, feio e feiúra

 

Meus amigos... Acho-os todos lindos! Gordos, magros, altos, baixos... todos são bonitos.

Mas, quando as pessoas não são amigas, meu olhar é bem severo. Defeito meu, não tem jeito, nem anos de terapia (que já acumulei 30 anos ou mais). Defeito severo, dirão. Não me importo.

Estou dizendo isso depois que fiquei analisando a lista dos deputados e senadores que a Revista Veja publicou ontem (e levou R$9,00, creio, de meu bolsilho; eu nunca dou meu $ a revistas e jornais de direita). Mas o que vi são fotos de homens e algumas mulheres, em minha modesta (sic) opinião, bem feias. É a feiúra daquele que come muito, do glutão. Não é glutão da comida, mas daquele que come tudo: dinheiro público, pessoas, dignidade, terras, comidas ... daqueles que não têm limites. Tudo o que tocam vira nada mas engorda o tocador.



Escrito por martabellini às 11h56
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Por que o Língua de Trapo?

 

 

Em primeiro lugar porque gosto muito. Em outros lugares porque adoro gente irreverente. Aqui em casa compramos a caixinha com todos os CDs do grupo. E fiquei MUITO chateada porque o Língua de Trapo foi ao Festival de Londrina, o FILO, há duas semanas e eu somente soube dois dias depois! Aprecio o besteirol inteligente, antídoto para programas como o Pinga Fogo (que eu nem assisto), para gente conservadora, para mau humor... inclusive o meu. E porque eles falam de sexo sem o menor pudor!

Segue um comentário do BLOG deles, do Castelo (jornalista, poeta, compositor etc). Adoro o Castelo mesmo quando não gosto dos seus comentários (aliás, somente um até agora).

 

HIBISCUS (Non ducor duro)

 

 



Para aqueles que estão no eixo de sua sexualidade e, de repente, do nada, começam a sentir uma vontade irrefreável de, como direi, praticar atos lúdicos com a derrière. No caso feminino, de achar uma pessoa pra chamar de seu.
Para muitos este comportamento é normal na natureza do indivíduo. Para outros, é falta de vergonha na cara mesmo. O primeiro grupo recomenda o uso do Hibiscus para que o jóquei de cobra ou a operadora de vibrador possa ter tempo e serenidade para escolher melhor qual caminho seguirá. O segundo grupo, mais ortodoxo, acha que o melhor é logo ir descendo a galhada nesses “descarados”, o que siginifica uma posologia mais forte, como veremos abaixo.
O Hibiscus é um pau de quatro metros de altura, com ramificações intrigantes, semelhantes a grossas veias arroxeadas. Tudo nesta planta é enorme. As flores, em forma de bastão, soltam uma gosma esbranquiçada e mal cheirosa pra cacete.
O mais interessante é que as abelhas que vem tentar polinizar o Hibiscus é que terminam sendo fecundadas por ele. É a prova de que nada, nem mesmo uma abelha idiota, escapa a um pau de quatro metros de altura.
Se a pessoa atingida pelo desejo de turbinar, digamos, a derrière (ou tomar um vinho com a pessoa pra chamar de seu) desejar, pode ser submetida a um tratamento com o Hibiscus. Mas só se ela quiser. Quem entrou nessa geralmente não muda seu procedimento nem com floral de Beethoven, quanto mais de Bach.
Havendo a aceitação deve-se pegar uma tora grande do Hibiscus e introduzi-la, como se fosse um supositório gigante, na, por assim dizer, derrière do paciente. Se ele for do sexo masculino e gritar: “tira esse pau daí pelo amor de Deus!”, está curado. Se for mulher e não lhe tomar o pau, detonando-lhe a cabeça em seguida, é o princípio de uma feminilização.

Escrito por Castelo às 10h09
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Escrito por martabellini às 11h37
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Música do Língua de Trapo de 1982

Burrice precoce

http://www.linguadetrapo.com.br/arquivos/discografia/linguadetrapo/burriceprecoce.wma

 

Burrice Precoce
(Laert Sarrumor)

Ao lhe pedir em casamento
Esqueci de lhe dizer
Que eu não sou o rapaz normal
Que você esperava ter
Minhas manias tão excêntricas
Podem até lhe incomodar
Mas não se esqueça benzinho
Para sempre hei de lhe amar
Um maridinho carinhoso
Posso até me revelar
Mas meu sadomasoquismo
Você vai ter que aturar
Na hora do amor
Só vendo televisão
E comedo chocolate
Com a barriga no colchão
(olha aí a nova posição)
” E por falar em posicionamento,
tenho constado que a
esquerda festiva, assim como a
anarquia compungida, possuem
características comuns com a
direita compenetrada, o que
leva a crer que dois adjetivos,
quando acasalados, não
possuem a mesma sobriedade
de uma só qualificação. Moral!! ”
Você há de gostar
Do meu rol de amizades
Todos prezam a tradição
A família e a propriedade
O pediatra já dizia:
Esse menino é um problema
Sofre de esquizofrenia
É um fruto de sistema
(olha aí sempre o mesmo tema)
” E por falar em temática, tenho
constado que o movimento
estudantil, assim como os
demais setores mobilizados da
nossa sociedade civil, insistem
num debate conjuntural,
olvidando seus problemas
mais cruciantes e prementes,
tais como o uso de papel
higiênico perfumado nos
banheiros das nossas
faculdades! ”




Escrito por martabellini às 11h25
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Níquel Naúsea

Folha de São Paulo 10/7/06.



Escrito por martabellini às 11h19
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A vida em cores

 

Minha amiga Glória comenta meu desejo de ver uma Parada Gay em Maringá. Glória fala na Adélia Prado, muito bem vinda sempre.

Em Salvador, na semana passada, fiquei olhando o mar nas poucas horas que me foi possível. O mar e suas pessoas negras com cabelos trançados, poucas roupas e coloridas. Ninguém se importa com as diferenças de estilo. Quando eu morava em São Paulo, eu curtia andar pelas ruas do centro. Andava no meio de todos os diferentes, vento nos cabelos e sentindo a música do Caetano, “sem lenço e sem documento”. Meus alunos, da Escola Estadual Alberto Torres, no Butantã, eram meus amigos na diferença: saias floridas, cabelos longos, colares, brincos... para desespero das duas diretoras.

No segundo Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, eu participei daquela imensa passeata que iniciou o fórum. Milhões de pessoas! Eu estava ao lado dos argentinos e seus bumbos e panelas e de um grupo gay que vestia chapéus com um tremendo falo na ponta. De repente, ao meu lado, um senhor com seus quase 70 anos (carregava um papelão com escritos pedindo mais emprego e aposentadoria) me disse que não gostava do modo como aquele grupo gay agia. Fiquei na minha. Continuamos caminhando e aquela alegria contagiava tudo. Um pôr do sol iluminava as pessoas e, então, este senhor, voltou à baila: “Quer saber moça? Este pessoal é bem legal. Eles têm o direito deles e eu o meu!” E, nós continuamos até chegar à beira da Lagoa. O mais belo pôr do sol com a mais linda esperança brasileira. Adélia Prado tem razão.



Escrito por martabellini às 11h09
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Busch quer mudar Cuba

Depois do Iraque, Busch foi ao parlamento ontem para pedir uma intervenção em Cuba. Quer ajudar os jovens cubanos a livrar o país do ditador Fidel. Busch não pirou, nasceu de pai e mãe pirados. Quem assistiu ao filme documentário do Michael Moore pôde ver as caras e palavras do presidente dos EUA. Agora, de cara de pau ele investe na cara de mau!

 



Escrito por martabellini às 10h47
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DiversidadeS

 

Meu sonho é ver (e participar também, pois sou uma simpatizante dos movimentos) uma parada gay em Maringá. Depois da greve dos funcionários públicos seria um evento revolucionário nesta cidade. Enquanto isso não acontece, vai a foto da 6ª Parada do Orgulho de Lésbicas, Gays, Travestis, Transexuais e Bissexuais em Campinas, SP, ocorrida em 25 de junho.

 

 

 

Um evento para divulgar e que ocorrerá no Paraná é o

Fórum da diversidade

 

Entre os dias 25 e 27 de julho, será realizado o 2º Encontro do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-Racial do Estado do Paraná, em Piraquara, com o tema "Pensando pedagogias de combate ao racismo e às discriminações". O evento será na sede campestre da União da Polícia Civil, na Rua Laranjeira, 180, em Piraquara.

O encontro terá carga de 20 horas e como principais objetivos sensibilizar profissionais da educação para a necessidade de ampliar os estudos a respeito da História e da Cultura da África e dos africanos e a luta dos negros no Brasil enquanto agentes transformadores e de resistência na preservação dos seus valores culturais e marcos civilizatórios; além de divulgar e reconhecer as experiências dos espaços sócios-culturais de terreiros, quilombos e aldeias indígenas.

A programação prevê a realização de palestras, oficinas e atividades culturais. Informações podem ser obtidas com a professora Regina pelo telefone (41) 3673-5527; com a professora Lílian (41) 3350-3013 e com a professora Nara (41) 9997-9127.



Escrito por martabellini às 19h27
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Do Consciência.net.



Escrito por martabellini às 19h03
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Fotos da tomada da prefeitura de Maringá!

Direto do BLOG!

 

 



Escrito por martabellini às 18h58
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Disque-Merenda também para Maringá

(notícia do BLOG consciência.net)

Disque-Merenda é reativado

Apesar de dizer que está com dinheiro sobrando em caixa, Cesar Maia está deixando faltar alimento nas escolas. Por isso, o vereador Eliomar Coelho (PT-RJ) decidiu reativar o Disque-Merenda em caráter permanente.

Nesta primeira semana de atendimento, já recebemos 32 denúncias de escolas em vários pontos da cidade, que não estão servindo a merenda adequadamente. Na maior parte dos telefonemas o relato é o mesmo: as crianças estão comendo apenas arroz, feijão e metade de um ovo cada uma há vários meses.

O telefone do Disque-Merenda é 3814-2007 e as denúncias podem ser anônimas. [22 de maio de 2003]

Obs: É importante lembrar que a seção é de Humor e em nenhum momento há desdém com a situação de miséria condicionada pelo prefeito.



Escrito por martabellini às 18h50
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O Fábio me escreveu dizendo que estou reclamando muito,

que o BLOG está ficando chato.

Fica a música do Língua de Trapo,

com a letra para me explicar pela chatice (minha, da música e dos outros).

http://www.linguadetrapo.com.br/arquivos/discografia/comoebomserpunk/fraude.wma

 

FRAUDE
(Laert Sarrumor)

Eu me angustio, eu me angustio, me deprimo, fico mal, eu fico mal
Eu sou um imbecil, Eu sou um imbecil
Um cretino, um mentecapto, ah! Eu sou um idiota,
ou, um idiota
Mas eu abomino aqueles que vivem reclamando de tudo
Ah! Eles falam isso, falam aquilo, mas eles nada fazem
e se acham muito bem
E também abomino aqueles que não reclamam de nada
Mas que também não fazem nada
E não sabem se estão mal ou se estão bem como
Também abomino aqueles que vivem dizendo que fazem tudo
Mas que na verdade não fazem nada e…ah! Vá pro
inferno, encheu o saco
E tudo bem…
Moda, tudo é moda, mas não há nada que incomode,
que atinja ou melindre
Os donos das consciências, da sua (ridícula) consciência
É triste ver tantos robôs fabricados, programados, esquematizados
Com passos ensaiados, excêntricos, esquizofrênicos
Em nome da modernidade, ou, modernidade
Entra década e os cabelos crescem ,
sai década e encurtam os cabelos…
Ah! Mas eu, tolo, parvo, vil, abjecto, beócio
Não quero nem saber de cabelo, eu tô mais preocupado
É com a cabeça, ou, com a minha cabeça
Que me perdoe o Walter Franco, mas eu, burrão,
imbecilzão, cretinão
Estou mais preocupadoem encontrar alguma coisa
Que faça a minha cabeça, ou, minha cabeça
Só vendo só como é que dói, Só vendo só como é que dói
Saber que só tem uma rádio em que se manifesta lá em Niterói
E de resto não vai nada nem melhor e nem pior
Nós ainda somos os mesmos e vivemos, Nós ainda
somos os mesmos e vivemos
Nós ainda somos os mesmos e vivemos como o Belchior


FRAUDE
(Laert Sarrumor)

Eu me angustio, eu me angustio, me deprimo, fico mal, eu fico mal
Eu sou um imbecil, Eu sou um imbecil
Um cretino, um mentecapto, ah! Eu sou um idiota,
ou, um idiota
Mas eu abomino aqueles que vivem reclamando de tudo
Ah! Eles falam isso, falam aquilo, mas eles nada fazem
e se acham muito bem
E também abomino aqueles que não reclamam de nada
Mas que também não fazem nada
E não sabem se estão mal ou se estão bem como
Também abomino aqueles que vivem dizendo que fazem tudo
Mas que na verdade não fazem nada e…ah! Vá pro
inferno, encheu o saco
E tudo bem…<